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domingo, 18 de fevereiro de 2018

O novo (e ultrajante) manual da esposa perfeita, segundo a ciência

Pesquisas científicas continuam tentando desenhar a mulher ideal para o homem: "Ria das piadas dele”, diz um estudo

SARAH PALANQUES TOST
12 FEV 2018
mujer

Na literatura não é difícil descobrir alguns exemplos de machismo mais ou menos dissimulado. Analisar quão compridas têm de ser as nossas pernas para que sejam atraentes ou determinar o tamanho ideal do peito é apenas alguns exemplos um tanto óbvios e infantis, certo? Mas, o que acontece quando os estudos exaltam outro tipo de qualidade, como a bondade ou a paciência? Pois em muitas ocasiões não nos damos conta que estamos diante de uma situação conhecida como “o patriarcado do consentimento”, explica Mercedes Cano, coach especialista em igualdade. “O patriarcado é muito hábil e se adapta muito bem àquilo de que necessita e, em vez de te dizer que você não é capaz de fazer algo, o que faz é te elogiar, isto se conhece como machismo sutil”, prossegue Cano. É precisamente do machismo sutil que se nutre a compilação seguinte de estudos científicos que pretendem escrever o ABCD da esposa perfeita. Nós os examinamos:

As mulheres mentem tanto quanto os homens

Dar crédito às vítimas pelo fato de se apresentarem como tal é abrir a porta para as vinganças, as calúnias e os ajustes de contas




Mulheres estupradas, assediadas, tocadas sem seu consentimento, tudo isso  existe e sempre existiu, infelizmente. Que haja uma rebelião contra isso só pode ser bom. Mas há coisas boas demais hoje que logo se tornam regulares, diante do exagero, da exacerbação e da anulação de matizes e graus.

Stephanie, paratleta e recordista mundial: “Sofri bullying. A natação mudou minha vida”


Stephanie posa com suas medalhas no Centro Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.
Stephanie posa com suas medalhas no Centro Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. D. M.

Em qualquer esporte de alto nível, anos de treinos e aperfeiçoamentos são necessários para o sucesso. Ganhar uma medalha de ouro e quebrar recordes são feitos para uma parcela mínima de atletas que dedicaram boa parte de suas vidas à prática esportiva. Stephanie Ariodante, 17 anos, contradiz um pouco as regras. Ela foi recordista mundial em três provas no Mundial de Natação da Federação Internacional de Esportes para Pessoas com Deficiência Intelectual (INAS, em inglês) do ano passado, competição na qual o Brasil saiu como campeão geral. Stephanie é deficiente intelectual, não tem a visão do olho esquerdo e começou a praticar natação aos 14 anos de idade.

Professora resgata histórias de mulheres cartunistas em livro

Professora resgata histórias de mulheres cartunistas em livroConversamos com Camila Lelis, que falou como a arte empodera



Bar de Batom
Publicado em 23/08/2017
Por Luciana Faria
Fotos: Arquivo pessoal/Divulgação/Reprodução



Charles M. Schulz, Quino, Millôr Fernandes. Quando o assunto é humor gráfico, figuras masculinas como essas geralmente são as primeiras a vir à nossa mente. Faça o teste no Google: em uma simples busca por "cartunistas mais famosos do mundo", você vai precisar de alguns cliques até se deparar com a finlandesa Tove Jansson, a primeira mulher da lista.
Mesmo quando falamos em arte em um dos períodos criativos mais efervescentes no Brasil, a ditadura militar, o nome da chargista Hilde Weber é ofuscado por outros como Henfil, Jaguar e Ziraldo. Opacidade que vem, evidentemente, não da falta de talento e capacidade da mulher, mas de uma memória popular que não as destaca.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

MULHERES NO JORNALISMO BRASILEIRO


SOBRE
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Gênero e Número realizaram uma pesquisa inédita no Brasil, com o apoio do Google News Lab, para investigar os desafios enfrentados pelas mulheres no exercício da profissão jornalística.

Identificar a situação das jornalistas nas redações, os tipos de assédio e violência que enfrentam em suas rotinas de trabalho e como respondem a eles, suas posições hierárquicas e o modo como enxergam a perspectiva de gênero nas coberturas é essencial para compreender o papel da mídia - interna e externamente - nas assimetrias de gênero.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Caiu na Rede

VICE BRAZIL / S1 EP6

Caiu na rede é um documentário que conta a história da jornalista Rose Leonel, que teve suas fotos íntimas vazadas na internet por seis anos por um ex-namorado inconformado com o término da relação. Apesar de condenado pela Justiça, a pena do criminoso foi revertida em serviços comunitários. Rose decidiu, então, lutar para mudar a legislação brasileira.

De novo! Veteranos trogloditas, bárbaros e sádicos

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Sai ano entra ano e continua tudo igual. Quando alguns jovens da elite deixarão de ser fascistas? Sou obrigado a voltar ao assunto: os crimes são praticados a céu aberto, sem que se tome alguma providência (mais uma repetição anual, tal como as chuvas, os alagamentos, os deslizamentos e as mortes consequentes etc.). Refiro-me ao odioso trote violento. A humilhação causada aos novatos continua a ocorrer a cada início de ano letivo. Nos cursos superiores, os veteranos trogloditas demonstram uma incrível selvageria na recepção aos calouros. Pergunto: até quando as autoridades continuarão omissas nessa questão?

Jovem que ameaçou e agrediu pais e irmãs é condenado na lei Maria da Penha

A decisão é do TJ/SC.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A 3ª câmara Criminal do TJ/SC confirmou a condenação de um homem pelos crimes de ameaça e lesões corporais - que tiveram por vítimas seus pais e irmãs -, além de desobediência a ordem judicial, com a incidência da lei Maria da Penha.

STF decidirá sobre prisão domiciliar em todo país para mulheres grávidas e mães de crianças

HC da Defensoria Pública da União foi distribuído ao ministro Lewandowski.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
No próximo dia 20/2, a 2ª turma do STF julgará habeas corpus impetrado em favor de “todas as mulheres submetidas à prisão cautelar no sistema penitenciário nacional, que ostentem a condição de gestantes, de puérperas ou de mães com crianças com até 12 anos de idade sob sua responsabilidade, e das próprias crianças”.

Recém-nascido fica em cela com mãe que foi presa pouco antes de dar à luz

Ela foi presa com cerca de 90 gramas de maconha.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Nesta terça-feira, 13, um bebê recém-nascido foi levado junto com a mãe para a cela de uma delegacia em São Paulo, na carceragem do 8º DP. A mulher, de 24 anos, foi presa por tráfico de drogas na manhã de sábado. Como ela entrou em trabalho de parto um dia após ser presa e em audiência de custódia juiz decidiu por manter a prisão, ela precisou voltar para a cela da delegacia com criança após receber alta do hospital.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

El Casamiento (trailer)



EstrenosBuenCine

Publicado em 29 de jun de 2012



"EL CASAMIENTO", UNA HISTORIA PECULIAR DE AMOR Y COMPAÑERISMO

Esta película narra la peculiar historia de amor y compañerismo entre Julia Brian --transexual uruguaya- e Ignacio González, un ex obrero de la construcción. 

Julia e Ignacio se conocieron una tarde de vísperas de Navidad hace 21 años en una plaza. Ambos estaban solos y entonces decidieron pasar juntos las fiestas. Desde ese momento han sido inseparables. 

Julia tiene 65 años. Hasta la adolescencia se llamó Oscar Alberto. Poco tiempo después comenzó a travestirse y adoptó el nombre de Julia. En 1993, en el Hospital de Clínicas de la estatal Universidad de la República, luego de rigurosos estudios físicos y psicológicos se le practicó una operación de cambio de sexo que llevó a Oscar Alberto-Julia a ser el segundo uruguayo que se convertía biológicamente en mujer. Paradójicamente, tuvo que esperar hasta 2005 para que el mismo estado que había procedido, en un hospital público, a cambiarle el sexo reconociera legalmente su nueva identidad femenina. 

Ignacio tiene 75 años y se nota lo dura que fue su vida. Malvivió durante años gracias a trabajos precarios y mal pagados, bebió mucho alcohol y vivió en la calle hasta que conoció a Julia. Ella le dio sosiego y estabilidad en un entorno hogareño.

Esta es la historia de "El casamiento", una historia sencilla y tierna de gente común que tuvo la suerte de encontrarse en una plaza...

www.elcasamiento-film.com

Documentário uruguaio El Casamiento é a atração do Cine Ibermedia

EBC
14/02/2018

Na periferia de Montevidéu (Uruguai), a transexual Julia Brian vive ao lado do ex-operário da construção Ignacio González. Eles se conheceram há mais de duas décadas, na véspera de Natal, e desde então estão juntos e vivem uma história de amor.

Julia tem 65 anos e esperou toda a vida para o Estado uruguaio reconhecer sua identidade de gênero em 2005, apesar de a cirurgia de reatribuição sexual ter sido realizada em 1993.  Atualmente, o casal espera poder se casar, após 20 anos de convivência.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Violência no namoro atinge 56% dos jovens

ANA GASPAR
JN
14/02/2018
Dois estudos revelam realidade preocupante, que exige uma intervenção cada vez mais precoce. Aumento de denúncias pode não significar crescimento do fenómeno.
Mais de metade dos jovens com um relacionamento amoroso (passado ou atual) já tinham sido alvo de pelo menos um ato de violência no namoro, quando responderam ao inquérito levado a cabo pela União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), cujos resultados são divulgados esta quarta-feira, a propósito do Dia dos Namorados.

SANGUE SUJO

Relatos do Nepal, o país onde as mulheres menstruadas ficam fora de casa e são obrigadas a dormir em abrigos de vacas

TEXTO: Rita Salcedas
Jornal de Notícias | 2018-02-11

Radha tinha 14 anos quando fugiu ao destino de nascer mulher num Nepal pobre e tradicional. Desde os sete que sabia de cor como eram tratadas as mulheres da família durante o ciclo menstrual. Viu todas as irmãs serem depositadas em abrigos de vaca para não contagiarem a casa com o “sangue sujo, impuro, contaminado” com que a Natureza as brindou e que a “ignorância e a tradição” castigaram. Quando lhe veio o período pela primeira vez, fugiu.

No Brasil, um terço dos casos de crimes online envolve parentes, amigos ou conhecidos (Microsoft News – 07/02/2018)

A internet já se tornou parte imprescindível do dia a dia da grande maioria dos brasileiros, mas ainda há muito a ser feito no que diz respeito à prevenção de riscos online. Ciente desse cenário, a Microsoft realizou no ano passado um estudo que analisou os comportamentos de risco online em 23 países, incluindo o Brasil. Foram entrevistadas 11.600 pessoas, entre jovens de 13 a 17 anos e adultos de 18 a 74 anos, que responderam perguntas sobre 23 tipos de risco online. Em cada país, ao menos 500 pessoas participaram, sendo 250 de cada grupo.

Lei Maria da Penha: brasileiras evitam procurar a Justiça

JOTA teve acesso a pesquisa encomendada pelo CNJ mostrando que as mulheres relutam em denunciar agressores
Alexandre Leoratti
05/02/2018
Jota
A Lei Maria da Penha, de agosto de 2006, apesar de aumentar a punição para casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, ainda não conseguiu atender todas as demandas por parte das brasileiras vítimas de maus tratos, assim como as individualidades de cada conflito. Pesquisa encomendada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que muitas das mulheres agredidas têm vínculos afetivos com os agressores, o que impede a aplicação da lei nos mais diversos casos de violência.

Gravidez infantil forçada é tortura

postado em 31/01/2018
Estuprada pelo pai, uma menina paraguaia de 12 anos teve sua primeira gravidez aos dez. Em 2015, com 21 semanas de gestação, media 1,39 m e pesava 34 quilos. Ainda que tenha sido vítima de violência sexual e que as chances de uma menina menor de 15 anos morrer no parto sejam quatro vezes maiores que as de uma mulher acima de 20, o Estado daquele país não autorizou o aborto. A súplica da mãe da vítima e a medida cautelar requerida por organizações internacionais foram ignoradas pelo governo paraguaio que se negou a enquadrar o caso como aborto terapêutico – única situação em que é permitido no país. O questionamento sobre a situação das meninas latino-americanas, a partir do caso, levou o Cladem (Comitê Latino-americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher) a elaborar a pesquisa “Niñas madres. Embarazo infantil forzado em América Latina y El Caribe”, publicada em 2016. A flagrante violação dos direitos das meninas, revelada no diagnóstico em 14 países, está sendo denunciada na campanha internacional #EmbarazoInfantilForzadoEsTortura (gravidez infantil forçada é tortura).

Assédio moral: o inimigo invisível no contexto organizacional

Leonice TroianiÂmbito Jurídico14 de Fevereiro de 2018


 
Resumo: As relações desenvolvidas no ambiente de trabalho são alteradas em decorrência dos novos processos produtivos, gerando consequências prejudiciais à saúde física e mental dos trabalhadores, com danos à dignidade, principalmente por meio do assédio moral que possui abrangência internacional  e alcança diversas culturas, recebendo diferentes terminologias, tornando-se um fenômeno frequente nas discussões trabalhistas e despertando interesse das organizações considerando o elevado número de casos judiciais, devido a violência e a repetição contra a dignidade ou integridade psíquica ou física da pessoa, ameaçando seu emprego e degradando o clima de organizacional. Este estudo tem o intuito de dar visibilidade ao tema assédio moral, democratizando a informação, abordando a evolução histórica da conquista dos direitos trabalhistas brasileiros, a caracterização do assédio moral na organização e os sujeitos ativos e passivos, a intervenção e prevenção dentro da organização, a responsabilidade legislativa pela prática do assédio moral no ambiente organizacional e os danos psicológicos que causa para as vítimas. Ainda, a organização deve identificar as condutas que caracterizam o assédio moral e violam o princípio da dignidade da pessoa humana previsto na Constituição Federal de 1988, causando danos psicológicos e sociais para as vítimas. Dessa forma, a organização deve empenhar-se para prevenir o assédio moral e dentro das medidas legais cabíveis punir o assediador. Os dados serão extraídos por meio do método dedutivo, com abordagem fenomenológico-hermenêutico, que consiste em ensaio teórico, razão pela qual será realizado análise bibliográfica tendo como base as obras de Marie France Hirigoye, Heinz Leymann e Margarida Maria Silveira Barreto, além de outras doutrinas e jurisprudências.

A mulher e o ordenamento jurídico: Uma análise do tratamento de gênero pela legislação civil brasileira

Kássio Henrique dos Santos AiresÂmbito Jurídico14 de Fevereiro de 2018


Resumo: O presente trabalho tem como escopo analisar a forma de tratamento da mulher na legislação civil e constitucional brasileira, estabelecendo como inicio o Código Civil de 1916 até o atual código civil de 2002. O estudo desejou revelar que forma as 'mulheres' foram construídas pelo discurso jurídico, assim como os avanços e conquistas obtidos ao longo do período delimitado. Buscou-se analisar, por exemplo, como certas liberdades foram retiradas do âmbito de decisão da mulher e passados para o marido, demonstrando uma clara política machista por parte do Estado.[1]

A questão da igualdade de gênero nas constituições brasileiras

Ana Paula Suitsu de SáÂmbito Jurídico14 de Fevereiro de 2018

Resumo: Esse artigo possui o objetivo de demonstrar como as questões de gênero foram tratadas nas Constituições brasileiras, traçando paralelos com o momento histórico em que se inseriam, apontando os principais avanços e, também, retrocessos quanto à matéria nos Textos Constitucionais pátrios, destacando-se a importância de cada inovação Constitucional para a discussão sobre gênero e seus efeitos na vida real. Para tal tarefa, será utilizada, precipuamente, pesquisa bibliográfica.

Interrupção terapêutica da gravidez de feto anencéfalo à luz do princípio da dignidade da pessoa humana da gestante

Deise da Rocha Dias SantosÂmbito Jurídico14 de Fevereiro de 2018

Resumo: O presente trabalho é resultado de pesquisa em doutrinas e jurisprudências que levaram ao estudo da interrupção terapêutica da gravidez de fetos anencéfalos, que são fetos com má formação congênita onde a inexistência do cérebro impede o curso natural da vida extra uterina, o que causou discussões doutrinárias no meio médico e jurídico. Pretende demonstrar os danos que uma gestação de feto anencéfalo pode vir a causar a mãe, caso a mesma seja impedida de interromper a gravidez, levando a gestação até o momento de seu parto, tratando de seus aspectos médicos, jurídicos e psíquicos da mãe. Será, abordado, ainda, o posicionamento do Supremo Tribunal Federal nos casos comprovados em que o feto é anencéfalo.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Pnad Contínua 2016: mulheres ainda realizam maior parte das tarefas domésticas

08/12/2017

Apesar de terem conquistado mais espaço no mercado de trabalho, as mulheres ainda são as grandes responsáveis por executar tarefas domésticas no Brasil. Segundo levantamento, 90,6% das mulheres e 74,1% dos homens realizaram afazeres domésticos ou cuidados de pessoas.

O cumprimento de sentença da obrigação de alimentos

O Código de Processo Civil entrou em vigor em 18 de março de 2016, mas ainda é salutar tecer algumas considerações sobre o cumprimento de sentença referente à obrigação de alimentos, que se fundamenta no princípio da solidariedade familiar, estando previsto no artigo 229 da Constituição Federal de 1988 que “os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade”.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Ser Pai | Paulo Schiller (íntegra)


A função paterna é a instância fundamental na constituição de cada um de nós. A importância da paternidade, considerada em sua perspectiva simbólica, se evidencia quando ela é ausente ou fragilizada, pois determina quadros clínicos graves como as psicoses. Para além desta posição central na formação de cada sujeito, o lugar do pai é decisivo na elaboração dos gêneros na sociedade. Paulo Schiller discute os efeitos e as conseqüências, para a mulher, do lugar ocupado pela figura do pai na contemporaneidade.

Com o psicanalista Paulo Schiller.

Gravado em Campinas, 12 de novembro de 2008.

O cuidado com a intimidade | Renato Janine Ribeiro


Ao longo dos últimos anos a vida social foi-se tornando cara, penosa. Viver em conjunto já deu prazer, mas atualmente pesa. Isso se agrava quando a crise se torna norma em vez de exceção. Como salvar a vida social? Como preservar a vida pessoal, como ponto rico de apoio à intimidade?

Renato Janine Ribeiro é filósofo, Professor Titular de Ética e Filosofia na Universidade de São Paulo (USP).


Amores e desamores | Zuza Homem de Mello e Marcelo Onofri


O primeiro encontro da série Paixão e Ódio na Canção, com curadoria de Zuza Homem de Mello, abordou sentimentos contrastantes expostos nas canções brasileiras anteriores à Bossa Nova. Era a época em que a temática dos letristas, homens e boêmios na quase totalidade, não poupava a mulher que chegava a ser massacrada em versos que expõem sofrimento e até ódio mas também confissões de paixões irrefreáveis.

Interpretadas por Marcelo Onofri, canções como “Vingança”, de Lupicinio Rodrigues, “Nunca mais”, de Dorival Caymmi, “Segredo”, de Herivelto Martins, entre várias outras, estão no vídeo.

Com Zuza Homem de Mello e Marcelo Onofri ao piano.

Gravado em Campinas, em 12 de agosto de 2011.

Zuza Homem de Mello é musicólogo, jornalista e produtor musical. Há mais de 50 anos dedica-se ao garimpo e à divulgação da música popular e do jazz. É autor dos livros A Canção no Tempo (2 volumes, com Jairo Severiano), A Era dos festivais e Música nas veias, lançados pela Editora 34, João Gilberto, pela Publifolha, e Eis aqui os Bossa Nova, pela Editora Martins Fontes.

a construção dos gêneros e das sexualidades no mundo contemporâneo

A professora Guacira Lopes Louro apresenta um mosaico de feminilidades da pós-modernidade. Na pós-modernidade, parece impossível falar em uma identidade feminina e é inútil buscar alguma essência da noção de “mulher”. Guacira Lopes busca em exemplos midiáticos elementos para colocar em discussão a forma pela qual as feminilidades são construídas e por quais caminhos poderão se desenvolver. Programa Invenção do Contemporâneo, exibido na TV Cultura. Gravado em 16 de novembro de 2005.


café filosófico cpfl apresenta: mulheres na arte e criações feministas, com margareth rago (café pocket)


"A arte feminista faz a crítica da cultura patriarcal, denuncia um mundo misógino, que desvaloriza as mulheres, os corpos e os temas feminismos. É uma arte crítica, mas não é chata nem pesada. É irônica. Produz um efeito de estranhamento. Só não é muito conhecida", diz a historiadora Margareth Rago, da Unicamp, no Café Pocket sobre "Mulheres na arte e nas criações feministas".